sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Histórias

–Pai, como é que a gente conta estrelas do céu?, perguntou Lelê. O pai, baixando o jornal, foi logo fazendo pose de explicação.
– Bem, existem equipamentos especiais para isso. Eles tiram fotos do céu e fazem medições. E tem o Hubble, que é o bambambã dos telescópios! Mas só os cientistas podem usá-lo. Então, cada um conta com o que tem à mão.
– Ah!, disse Lelê com admiração, mesmo sem ter entendido muito bem (ele ainda estava no segundo ano).
A mãe o chamou na cozinha para um lanche. Ele se sentou à mesa pensando ainda no que o pai tinha dito. Decidiu perguntar para ela também.
– Isso seu pai deve saber. Por que não pergunta para ele?
– Já perguntei. Ele falou várias coisas, mas não entendi direito: o que cada um tem nas mãos e...
– Ora, nas mãos a gente tem dedos! Por que você não conta nos dedos?, disse a mãe, que era bem mais esperta que o pai nos assuntos práticos.
– Hum..., pensou Lelê. Assim eu sei! E foi logo devorando o sanduíche.
Uns minutinhos depois, Lelê já estava no quintal. Olhava para o alto, bem fundo no céu de estrelas. Para começar, mirou a mais brilhante e passou a contar em voz alta: Um... Dois... Três..., recolhendo um dedo de cada vez. Chegou até dez. Olhou para as mãos, olhou para o céu.
Suspirou. O problema é que ele tinha só dez dedos, e o céu tinha muito mais estrelas. Desanimado, sentou-se na varanda, apoiando o queixo nas mãos.
Sua avó, que sempre observava tudo bem quietinha, foi lá falar com ele.
– O que foi, filho?
– Nada...
– Hum. Sabe, eu conheço um jeito de fazer caber todas as estrelas na mão, de uma só vez.
Lelê olhou desconfi ado, mas fi cou atento, esperando o resto da história.
– Está vendo as estrelas lá em cima? São tão pequenininhas, não é mesmo? Pois então. Basta você olhar bem para elas, como se fossem grãozinhos de areia. Daí você passa a mão, assim, por todo o céu, como se estivesse varrendo, e fecha de uma vez no fi nal! Depois, chacoalha bem e põe em cima do coração, pegando emprestado um pouco da luz delas.
Ela deu então uma piscadela e foi se levantando para entrar em casa.
Lelê percebeu uma emoção estranha no peito, sentiu uma saudade imensa da avó, queria que ela morasse com ele para sempre.
Desde então, sempre que tinha vontade, Lelê contava todas as estrelas do céu. E num punhado só.  
Dieter Mandarin

quarta-feira, 31 de março de 2010

P-A-S-C-O-A

ME DÁ UM P, ME DÁ UM A, ME DÁ UM S,
ME DÁ UM C, ME DÁ UM O, ME DÁ UM A!
PÁSCOA, PÁSCOA:
P-A-S-C-O-A!
P DE PASSAGEM,
A DE AMOR,
S DE SENHOR E SALVADOR!
C DE CRISTO CAMINHO PARA O CÉU,
O DE ORIENTADOR,
A DE ALEGRIA AMIZADE E AMOR!
QUANDO JESUS CRISTO A VIDA ENTREGOU
A MINHA PÁSCOA MAIS DOCE SE TORNOU MORREU NA CRUZ,
ASSIM ME SALVOU!
MAS NO 3º DIA RESSUSCITOU!
P-A-S-C-O-A!!!!!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

dinâmicas para sala de aula

1) ÁRVORE DOS SONHOS

Representar uma árvore no papel pardo ou cartolina; afixá-la no painel ou parede. Em cima da árvore, escrever uma pergunta relacionada com o assunto (pode ser sobre questões ambientais, regras de convivência, o ambiente escolar etc) que será tratado durante o bimestre, trimestre... Ex.: Como gostaríamos que fosse...?


Cada criança receberá uma "folha da árvore" para escrever seu sonho, o sonho é o que a criança espera que "aconteça de melhor" para o assunto em questão. Depois, pedir para cada criança colocar sua folha na árvore dos sonhos.

Obs: Esta atividade poderá ser retomada durante o período que for trabalhado o assunto, ou ao final do período para que haja uma reflexão sobre o que eles queriam e o que conseguiram alcançar.

2) DA CONFUSÃO À ORDEM

Estas atividades são ideais para que a criança perceba a necessidade da organização para o bom desempenho das atividades. O professor pode, a partir da fala das crianças, levantar algumas regras para a organização em sala de aula.


Pedir para que as crianças, todas ao mesmo tempo, cantarem uma música para o seu companheiro do lado (esta atividade gerará um caos); depois pedir a um aluno que cante a música dela para a classe. As crianças perceberão como o caos é desagradável e como a ordem tem um sentido.


O professor poderá levantar com as crianças outras situações vividas onde a organização é essencial.

3) O LAGO DE LEITE


(Despertar no aluno o prazer do trabalho em conjunto e a importância da ação individual na contribuição com o todo.O professor poderá falar um pouco sobre o trabalho na série, para que as crianças entendam a importância do envolvimento de todos para a realização do mesmo).

Em um certo lugar no Oriente, um rei resolveu criar um lago diferente para as pessoas do seu povoado. Ele quis criar um lago de leite, então pediu para que cada um dos residentes do local levassem apenas 1 copo de leite; com a cooperação de todos, o lago seria preenchido. O rei muito entusiasmado esperou até a manhã seguinte para ver o seu lago de leite. Mas, tal foi sua surpresa no outro dia, quando viu o lago cheio de água e não de leite. Em seguida, o rei consultou o seu conselheiro que o informou que as pessoas do povoado tiveram o mesmo pensamento: "No meio de tantos copos de leite se só o meu for de água ninguém vai notar..."


Questionar com as crianças: Que valor faltou para que a idéia do rei se completasse? Após a discussão é interessante que os alunos construam algo juntos, como por exemplo: o painel da sala. A sala pode ser decorada com um recorte que, depois de picotado, forma várias pessoas de mãos dadas, como uma corrente.


Fonte: Ferramenta Pedagogica

Postado por Dani Simplicio às 08:44 0 comentários http://www.blogger.com/img/icon18_edit_allbkg.gif

Marcadores: DINÂMICAS E ESTRATÉGIAS

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

EMOCIONÔMETRO

Coloque as carinhas em copos ou garrafas descartáveis cortadas ao meio.

À medida que a criança chega, ela deve escolher a sua carinha.

Depois que todas tiverem escolhido, pergunte por qual motivo ela escolheu aquela carinha.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

web 2.0

A web 2.0 tornou a interação realmente possível entre os usuários, agora além de visitar sites, temos também uma enorme gama de possibilidades de criar sites, participar e compartilhar os sites com os amigos.

Exemplos de opções bem abrasileiradas:
Apontador
O Apontador, site da primeira fase de internet, adaptou-se à Web 2.0. Ao estilo dos principais serviços de mapas, ele traz imagens de satélites e permite navegar pelas páginas apenas clicando e carregando. Você pode saber onde fica uma rua, traçar uma rota, verificar o trânsito e o clima. Além disso, pode marcar seus locais, como a residência ou o endereço do trabalho.

Aprex
Os concorrentes do Aprex são o Google, a Microsoft e Yahoo, as três maiores empresas de internet do mundo. Nada que desanime os fundadores do serviço, uma das mais bem-sucedidas investidas de brasileiros na área de aplicativos online. Os serviços online são calendário, lista de contatos, tarefas, disco virtual, blogs, enquetes, apresentações e e-mail marketing (as duas últimas ainda em beta).

Blogblogs
O Blogblogs acabou de ganhar uma nova versão. O principal diretório de blogs brasileiros, desenvolvido por Manoel Lemos em um trabalho solitário, incorporou recursos, criou rankings e ficou mais parecido com o Technorati, o seu modelo de inspiração.
Agora, o Blogblogs traz um ranking com os principais blogs brasileiros. O critério é o mesmo do Technorati: o número de blogs que linkam para o seu blog é um sinal da sua popularidade. Se houver empate, o número de links é o critério para desempatar.
Alguns aplicativos online são gratuitos, como o Debit SAC, para controle do serviço de atendimento a clientes, e o Debit Ponto, para controle de cartões de ponto.

DicaSP
Ninguém percebeu, mas a poderosa editora Abril está fazendo um teste na Web 2.0, usando a base de dados de bares e restaurantes da Veja São Paulo. O modelo é simples. Os usuários podem procurar bares e restaurantes, mas não incluir os seus preferidos. Os internautas registrados podem criticar, comentar e indicar um local. Você pode montar a sua lista de lugares preferidos em São Paulo, deixar seus comentários, navegar pela lista de outras pessoas e até marcar encontros e happy hours. É possível saber quais são os lugares mais populares e, para desgostos de alguns proprietários, os menos populares.

Garimpar
Você não precisa garimpar muito para saber qual é a inspiração do Garimpar, um site de favoritos sociais, cujo modelo é baseado do del.icio.us, serviço popular entre os norte-americanos e também entre os brasileiros. A idéia é simples. Em vez de guardar os seus favoritos na desktop, o serviço permite que eles sejam salvos na internet, classificados com etiquetas, chamadas na Web 2.0 de tags. Assim, de qualquer lugar, você pode acessar o conteúdo.


Overmundo
Criado pela parceria entre o chairman do iCommons, Ronaldo Lemos, o antropólogo Hermano Vianna e o advogado Marcelo Zacchi, o OverMundo é considerado o primeiro site apoiado pelo Governo a explorar a Web 2.0. Definida por Lemos como “jornalismo cidadão”, a iniciativa permite que usuários publiquem textos de assuntos diversos, que carregam a licença Creative Commons e tragam a mínima relação com cultura nacional.